A Era de Ultron #9 – Comic Review / Crítica

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Eu voto pela expulsão de Brian Michael Bendis do planeta terra.

É aqui estamos nós, a apenas uma edição daquela que é uma das sagas mais mau elaboradas da Marvel dos últimos 10 anos. Onde mundos se desfragmentam e mentes travam, uma saga onde Brian Michael Bendis mostrou a todos que ele está mais caduco e maluco do que nos imaginávamos. Uma saga que só na sua reta final veio fazer, mesmo que pouco, algum sentido.

Bem, como visto na edição #8 os nossos grande heróis – Wolverine e Susan Strom, mulher invisível – chegaram a um dos futuros possíveis para o qual eles desejavam. Porem, as coisas não estão nem um pouco boas comparado ao que estava antes, o mundo agora está em guerra com a bruxa Morgana Le Fay, sem contar que metade dos vingadores (Que nesse futuro se chamam “Defensores”) estão com serias sequelas das batalha já travadas até aqui. Ou seja, esse lugar está dez vezes pior do que o presente onde Ultron ferrou tudo.

A essa altura do campeonato Wolverine já se deu conta – com uma pequena ajuda do robótico Tony Stark – que o único jeito de colocar ordem nessa zona é fazer Hank Pym perceber que Ultron não deve existir. O que o faz mais uma vez voltar ao passado para re-ajustar a ordem dos eventos que levarão ao “possível” fim do mundo, com isso mais uma vez a toda uma discussão dos personagens sobre criar ou não criar a maquina Ultron, que para o leitor é um Déjà vu gigantesco.

Essa é a edição onde nos finalmente percebemos que REALMENTE isso tudo não vai dar em nada, todas as sequelas deixadas por Ultron serão desfeitas e por final ninguém vai ficar com sequelas do evento (Graças, porque eu não aquentaria uma Viuvá Negra caolha). Sem contar que os furos de roteiro dessa edição fazem você ficar mais confuso ainda sobre em que momento do tempo isso tudo aconteceu e as consequências para o universo 616 como um só, Bendis mais uma vez faz uma volta enorme e não chega a lugar algum com a sua historia sobre viagem no tempo e Matando robôs gigantes do mal.

Sobre a arte não a muito do que se falar. As cores estão bem equilibradas, a arte do quadrinista deixa todos os personagens bem nivelados, as sequencias de ação são legais, tudo ok.

  • Roteirista:  Brian Michael Bendis
  • Quadrinista: Brandon Peterson (Presente), Carlos Pacheco (Passado) 
  • Colorista: Paul Mounts e Jose Villarrubia
  • Arte-final: Roger Bonet
  • Ano: 2013

6,0/10

 

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