X-Men: Legado #01 ao #05 – Comic Review / Crítica

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Um dos mutante mais poderoso do mundo, resolve por ondem na loucura da sua mante ao mesmo tem em que busca um novo sentido para a sua vida.

E eu que cheguei a pensar que não leria mais nada de bom envolvendo mutantes pelos próximos 5 anos, me enganei feio, X-Men: Legado surpreende-me novamente. E olhe que eu nunca fui muito de ler títulos mutantes, por achá-los intelectualmente fracos. Porem, depois de acompanhar a revista em questão que até pouco tempo contava com à Vampira como protagonista, eu resolvi da mais uma chance para universo mutante e não me arrependi do feito.

Sai à deusa de mechas brancas e entra o louco de pedra, filho de Charles Xavier e multipolar ser: Legião, que aliais odeia seu nome de guerra, para tomar conta da série.

O enredo; basicamente se foca na batalha em que David Haller (Legião) está travando dentro de sua mente para conter as personalidades demoníacas que vivem nela. Alias, elas agora se multiplicaram de 3 para MILHARES! O que torna à revista ainda mais interessante, dando enfase ao funcionamento dos poderes do jovem mutante, que até um tempo atrás era autista.

Cara, eu já conheci muita gente doida na minha vida. Agora o David… ele é recordista nessa matéria. O garoto simplesmente possui uma prisão dentro de sua mente para “tentar” por ordem no lugar, prisão da qual ele chama de Cortex. O lugar é tão vasto que ele mesmo tem dificuldade de lembrar os nomes e poderes dos seres que vivem nela, seres que para o panico de todos chegam a ser de Nível Omega. o que deixa tudo mas perigoso para o ex-incapacitado legião, que não gosta desse nome.

O legal da revista mesmo fica por conta do jeito como o roteirista Simon Spurrier lida, desenvolve e explora os poderes do mega mutante, que quando corretamente focados em um objetivo, chegam a salvar vida. Outro detalhe que eu não posso deixar de citar é o fato do roteirista ser inglês, o que da mais força ao enredo, respeitando assim as raízes do personagem que nasceu e cresceu no território da rainha.

Nas primeira edições é mostrado que finalmente o David pois ordem na casa. Mas, que dependendo do seu estado de humor e atenção ele pode acabar, sem querer, deixando os dos bichos escaparem e tomarem o controle de seu corpo – o que toda edição acaba acontecendo – que o grande ponto chave da série. Já que o seu mundo interior é tão mais divertido e fatal que o nosso, essa revista sim explorar bem os poderes de um mutante telepata.

Há, detalhe. A revista é bem filosófica, sempre se utilizando de frases celebres e termos dificuldades. Coisa de inglês mesmo, lembrando um pouco o rei Alan Moore. Ou seja, a potencial na série.

A arte; sim é o ponto fraco da série. Alem de mudar de 3 em 3 edições ela as vezes é mal acabada, deixando a enter que foi feita com mal vontade ou falta de atenção. As cores também são exageradas pra caramba. Mas, o chines (Acho eu…) Tan Eng Huat até que tem uns traços bacanas. Outro detalhe importante sobre a arte é que o legião aparenta não tem uma idade definida, em sua cronologia ele ficou preso aos 10 anos, o que não foi avisado ao quadrinista. Já que ele parece tem 25, que coisa louca.

O engraçado mesmo é que durante a leitura eu não parei de pensar: “Com um cara com esse nível de poder no universo marvel, por que eles tem medo do thanos?” incrível…

  • Roteirista: Simon Spurrier.
  • Quadrinista: Tan Eng Huat e Jorge Molina .
  • Colorista: José Villarrubia.
  • Letras: Vc’s Cory Petit.
  • Ano: 2013. 

8/10

 

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