Quarteto Fantástico (Marvel Now!) de #1 a #5 – Comic Review / Crítica

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Fraction com uma terrível tarefa a frente.

Como todos nos sabemos o Quarteto Fantastico foi o primeiro e maior grupo de super-heróis da Marvel Comics, grande parte das melhores historias escritas por Stan Lee foram sob o comando da revista. Porem… os anos foram se passando, péssimos roteiristas foram assumindo a revista, clichês foram repetidos a exaustão e tudo o que não devia acontecer ou ser feito com os personagens foi feito.

Desse modo o Quarteto passou um bom tempo nas trevas, nem mesmo o senhor Grant Morrison consegui-o fazer os ajustes dos quais ele planejava. Mas, agora uma novo amanhecer está para se iniciar. A era Matt Franction chegou – para o bem ou para o mal – ao grupo e quem sabe o que ela pode trazer de novo?

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O Enredo; se inicia do ponto onde o caro Senhor Fantástico acaba por se ferir e desse ferimento se inicia uma terrível questão: “Será que ele está morrendo?”. O que acaba por iniciar uma vontade “súbita” nele de que o grupo parta em mais uma nova aventura da qual será usada de fachada para à busca da cura desse mal que os afinge. De modo a também criar uma sensação nostálgica neles por voltarem a fazer aquilo do qual era o principal objetivo do grupo; à aventura e a exploração! Assim Matt criar uma ótima deixa para trabalhar os personagens, sua amizade e seus paixões no vasto infinto do multiverso marvel… ou quase isso.

Bem, logo de cara eu gostei um pouco do que o Fraction fez nsssas primeira edições, porem o material ainda fica um pouco abaixo do inicio que o Jonathan Hickman executou em sua fase. Aliais, eu até duvido que o senhor Matt vá fazer ao tão melhor que o galáctico Hickman que sempre tinha ideias mirabolantes para os seus enredos.

As tão clássicas e boas piadinhas do Tocha-Humana e Carnavalesco Man contra o Coisa estão como sempre presentes e muito deflagadas. A senhorita Mulher-Invisível está como sempre uma santinha do pau oco (o que ela não é de verdade) e por fim o único personagem que parece, um tanto quanto, mudado é o Reed; que sabe a dimensão do turbilhão de merda em que todos do grupo se encontram.

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Cara, isso foi muito maneiro.

As primeiras cinco edições não dizem muito sobre o que vai se feito e se à revista em si vai vingar. Mas, todos elas são relativamente boas; não chegam a ser uma obra de arte roteirística porem agradam o leitor. O ruim disso mesmo é que eu também curti o inicio da fase do cara no comando da “Invencível homem de ferro” que acabou por sem uma das maiores merdas que eu já li na minha vida. O que mudou totalmente quando eu comecei a ler “Gavião Arqueiro (Marvel Now!)”, espero que aqui não aconteça o mesmo.

A Arte; não está nada de mais se comparado a capa da 5º edição com arte final de Scott Hanna e Rain Beredo mais um vez eu considero ela “ok” para os padrões Marvel (que não estão lá essas coisas) talvez o ponto fraco da revista sejam as cores que dão um ar muito cartunesco a tudo. Seria mais preferível umas cores mais escuras para tudo, o que até facilitaria a leitura por um tempo maior. Alias, trazer de volta o Steve Epting. Ai sim o negocio ficaria bom!

No final das contas “Quarteto Fantástico fase Marvel Now!” é uma boa leitura, que ainda precisa se provar.

PS: A quinta edição é sem pé nem cabeça, os personagens voltam pra terra são atacados e mortos pelo Ultron e na outra edição, simplesmente, o serginho malandro surge na sua cara e grita “HAAAAAAA! É PEGADINHA DO MALANDRO!” porque não da em nada. Por Odin Marvel, para com essa merda…

  • Roteirista: Matt Fraction.
  • Quadrinista: Mark Bagley.
  • Arte-finalista: Mark Farmer.
  • Colorista: Paul Mounts.
  • Editora: Marvel Comics.
  • Ano: 2012.

8,0/10

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2 comentários em “Quarteto Fantástico (Marvel Now!) de #1 a #5 – Comic Review / Crítica

  1. Roger disse:

    O Matt Fraction que consegue fazer coisas excelentes (como o Gavião Arqueiro), é o mesmo que fez coisas horríveis (como Uncanny X-Men), que é o mesmo que fez coisas mais ou menos (como Mighty Thor). Eu acho que o Quarteto Fantástico dele está na categoria “mais ou menos”.

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