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Já posso até ouvir o Nelson Rubens gritando “BOMBA! BOMBA! BOMBA!”.

Sim, caros leitores! A obra-prima dos cinemas Clube da Luta vai ter mesmo um sequencia, pasmem, algo do qual vinha sendo comentado desde o lançamento do primeiro e único filme. Mas, diferente do que pensávamos, a continuação virá por meio de uma Graphic Novel.

Agora, o autor Chuck Palahniuk revelou os primeiros detalhes significativos da trama:

“A sequela será contada a partir do – a princípio – submerso ponto de vista, onde ele, Tyler Durden observa o tédio do dia-a-dia da vida do narrador”

Diz ele em uma entrevista recente com Hustler (via The Cult site de fãs), além disso acrescenta…

“Porque à 20th Century Fox criou a convenção de chamar o protagonista Jack, estou lhe chamando Cornélio. Ele está vivendo uma vida comprometida com um casamento fracassado, não tem certeza sobre a sua paixão por sua esposa. A besteira típico da meia-idade. Da mesma forma, Marla está insatisfeito e tem sonhos com o homem selvagem que uma vez tinha se apaixonado. Ela mexe com as doses da drogas que o marido precisa para suprimir Tyler, e – vai entender – Tyler ressurge para aterrorizar suas vidas. “

Em 1996 foi lançado o romance de Palahniuk que foi famosamente adaptado por David Fincher como um filme de 1999 estrelado por Brad Pitt e Edward Norton (o verdadeiro Bruce Banner). Fight Club segue um narrador anônimo e não confiável (normalmente referido como Joe na novela e Jack no filme) que, embora sofrendo de insônia , começa frequentar grupos de apoio para pessoas com problemas muito maiores do que o seu. Em uma delas, ele conhece uma mulher perturbada chamada Marla, e os dois se envolvem em uma espécie de triângulo amoroso, com o carismático e misterioso Tyler Durden.

Bem, eu não tenho uma opinião muito certa sobre um continuação, pelo pressuposto de que o Tyler pode ser encaixado em qualquer contesto. Se o criador está querendo por ele novamente em foco não tem como errar; o personagem fala, discute, sobre como estamos muito acomodados com a nossa atual realidade (ouviu brasileiros!) e sobre à forma da qual a grande mídia nos manipula; “Trabalhamos em empregos que odiamos para comprar porcarias de que não precisamos”. Coisa da qual, independente da época o, se encaixa muito bem com  a nossa realidade de merda “Nós somos uma geração sem peso nenhum na história”.

Ou seja, tanto faz. A obra é dele mesmo. Lançar uma sequencia só vai ser uma repetição do que já foi feito.

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