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Um dragão triste, muito triste. Mais rico, muito rico.

Então pessoas, esse final de semana eu fui conferi O Hobbit: A Desolação de Smaug. Filme do qual muita gente na interweb não estava botando muita fé, tudo por causa da primeira… grande derrota que foi o seu inicio nas telonas. Porem, eu fui lá; e dei aquela força na bilheteria no filme, que no final das contas foi muito melhor do que eu estava imaginando.

Como bem sabemos o primeiro filme acabou por ser muito arrastado, bobo e não tão bem acabado. Esse por outro lado está 10x melhor em todos os fatores cruciais. Ou seja, um ótimo enredo acompanhado por uma grande tilha sonora. Isso sem contar os atores que finalmente mostram serviço dando assim mais profundida ao seus papeis. Claro que, mais uma vez não deu para o senhor Peter Jackson explora os outros anões mas de qualquer forma isso não acabou por afetar o resultado final do filme, que agora está muito mais “fluido” assim não deixando o telespectador com aquela velha sensação de cansaço.

Até mesmo o Bilbo (Martin Freeman) está muito mais maduro e determinado, se que um Hobbit pode ser assim. Aos poucos à influencia do anel “de certa forma” começa a se mostra, fazendo assim, ele ficar mais e mais apegado ao uso do anel. Que convenhamos é uma tremenda mão na roda. Salvando ele de diversos perigos e ajudando não só ele como os outros anãos em sua tão difícil tarefa.

Falando em anões um que se destaca bastante no longa e exatamente o que ficou mais apagado no primeiro filme. Kili se mostra um pegador de primeira linha, lançando apenas um simples papo em Tauriel (“We have to go back, kate”) e rapidamente a fisgando. Além do mais ele (junto com ela) é um dos mecanismos usados no roteiro para fazer com que os Elfos entrem na briga. Ou seja, no final das contas sua cantada renderam frutos que ajudaram no enriquecimento da historia, do filme.

Outro, entre os anões, que destaco é o Thorin, Escudo-de-Carvalho personagem que está um tanto quanto mudado em comparação com o inicio de tudo, Aqui Thorin se mostra muito mais “hipnotizado” pela montanha e seus tesouros, quase que sempre ignorando os problemas que pode ter no caminho para alcançar tão objetivo.  Nesse filmes percebemos que o quanto a ganancia dos anões os destroem por dentro, fazendo até mesmo seus amigos duvidarem de suas reais intenções.

Legolas e seu photoshop.

No final das contas eu acabei por gostar muito, muito mesmo, desse novo filme. Todos os problemas do primeiro foram transpostos e ele acabou por ficar mais denso, esquecendo assim da coisa boba que foi seu inicio. Ótimas interpretações, grande trilha sonoro e boas manobras no enredo fazem ele ser o melhor até agora feito… até agora. Muitos então dizendo pela interweb adentro; que o filme adaptou muito mal o livro. Mas, é impossível fazer um omelete sem quebrar alguns ovos. Confio agora mais ainda em Peter Jackson para o grand finale e que venha à batalha dos cinco exércitos.

Sobre o dragão… ficou bom, mas podia ter sido muito, mais muito melhor. No fim apenas sua formação em letra que me agradou.

9/10

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