All-New X-Factor (2014) #01 – Comic Review / Crítica

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Uma nova aurora se estende sobre o X-Factor, mas será que Peter David ainda tem o que é necessário para fazer o novo grupo dar certo? Hora de descobrir isso, bem aqui.

Enquanto a Panini Comics começa a lançar sua “Nova Marvel” para os meros mortais, eu já estou iniciando All-New Marvel Now! né brinquedo não moleque…

Chega ao seu fim à primeira fase da “re-estruturação” da Casa das Ideias para por a editora de volta aos trilhos. Ou sejja, digam adeus para Marvel Now! e recebam com uma salva de palmas All-New Marvel Now! (algo como “Tudo novo no Marvel Agora!”, claro, numa tradução literal por meio do meu inglês tupiniquim) com seus novíssimos títulos; dos quais Point One, Avengers World, All-New X-Factor e Viuvá Negra – muito ansioso por essa – são os primeiros títulos a serem lançados. 

O Enredo; se passa depois do “final” que o grupo fundador e original se deu. Não sei ao certo como foi porque não li e também não lerei tão cedo. Desse modo o grupo se debandou, o que deixou uma grande lacuna para um novo roteirista assumir a revista é aplicar seus conceitos. Conceitos do qual podemos creditar o senhor Peter David, imaginando o grupo agora como uma equipe de super-heróis corporativa que visa o bem estar da empresa da qual é subsidiada tornando assim o grupo algo mais moderno para os padrões corporativos e cap… (deixa pra lá. Isso é muita informação pra sua cabecinha). Recapitulando, agora eles fazem parte de algo maior, são os cães de caça de Harrison Snow para o bem de sua empresa e do mundo. Se é que Snow realmente visa ajudar o mundo…

Logo de inicio o que chama mais atenção é a formação um tanto quanto… engraçada. Na primeira edição Gambit se junto a Polaris (uma das minhas personagens femininas favoritas… além de ser gostosa pra c#r@lho), para logo depois, unir forças com Mércurio. Que mais tarde (#2 adiante) se mesclam à Perigo, Cifra e um sexto membro misteriosos. Todos pagando pau servindo à Serval Industries, atual detentora dos “direitos autorias” do nome X-Factor (sério, eu não estou brincando. O Homem-Múltiplo vendeu tudo e foi comer cabritas numa fazenda… no sentido figurado da palavra é claro…  que não). Agora tudo está nas mãos da Serval, para o bem ou para o mal, considerando o fato de que o presidente da empresa é meio suspeito. E não digo isso no sentido de ele ter coisa escondidas, mas sim estar escondido no armário:

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Deixou a entender fortemente, logo na primeira edição.

Um parte interessante é que Wolverine surge bem no inicio da trama para dar um belo esporro no Gambit, que estava roubando, como sempre. No papel de professor do Instituto Jean Grey para jovens super-filhos da puta ele deveria instruir os alunos, mas acaba passando tanto tempo longe das crianças que mal da aulas, o que nos leva ao esporro do Wolverine. Que acaba por colocar o ladrão de volta nos trilhos da vida, talvez até esse seja um recurso  do Peter David para faze-lo aceitar o pedido de Polares.

Na primeira edição eu não tenho recursos ô suficientes para produzir uma opinião concreta sobre se vale a penar continuar lendo, mas eu mesmo gostei do que li. Se você está acostumados a coisas mais sérias isso talvez não vá te agradar tanto assim ao contrario de que costuma acompanhar sempre os mensais. Particularmente vejo futuro para revista e torço para que der certo, só não curti o LeBeau na revista pelo obvio motivo.

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A Arte; ficou bem na medida, nem muito ruim e nem muito bom. O legal dela mesmo é esse designer corporativo high-tech que da um banho no dos All-New X-Men, que parece um uniforme dos Power Rangers. Essa rapaz de nome complicado chamado Carmine di Giandomenico precisa melhores sua arte final, mas ele não chega a ser tão ruim assim e chega a marca pontos com a arte empregada na filha do Magneto (que é gostosa…). O melhor de tudo mesmo ficar por conta das cores e arte das capas que ambos estão bem legais, não sou muito fã do estilo manga, porém, dessa vez combinou.

Verito final? Pode atacar essa revista de boa, por seu inicio e roteirista ela demostra um bom potencial. Vamos agora esperar as futuras edições para ver se vinga… ou não.

  • Roteirista: Peter Devid.
  • Quadrinista: Carmine di Giandomenico.
  • Colorista: Lee Loughridge.
  • Editora: Marvel Comics.
  • Ano: 2014.

7,5/10

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Um comentário em “All-New X-Factor (2014) #01 – Comic Review / Crítica

  1. betomagnun disse:

    Doido pra ler isso. X-Force do David era o que salvava aquele lixo de Mix do Wolverine e X-Men Extra.

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