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Charles Soule mostra ao mundo dos quadrinhos que o legado de John Byrne não foi esquecido!

É meus amigos demorei um pouco, mas em fim estou de volta. Como vocês bem devem lembrar (ou não) na primeira edição dessa primorosa HQ eu comentei que continuaria as reviews e também a leitura do material e aqui estou eu…

Depois de ser demitida de seu antigo emprego e ainda dar um belo showzinho contra os seus chefes; Jennifer Walters acaba na rua da amargura, mas apesar disso a sorte lhe sorri e ela acaba por entrar em seu primeiro trabalho como “autônoma”; iniciando assim seu primeiro grande caso contra ninguém menos que o lorde das maquinas Tony Stark. Após o termino do caso ela resolve abrir seu próprio escritório de advocacia (com uma porrada de grana que ela ganhou do Stark… quer dizer, tomou dele) o que parecia uma ótima ideia no começo, mas que agora parece ser um tanto quanto “trabalhosa” para ela.

Como disse na primeira edição, o material está bem acima da media, a qualidade do roteiro é muito boa. Jennifer passa longe desse estereótipo de “gostosona dos quadrinhos” (mesmo sem uma cava… eita…), aqui o roteirista mostra a personagem muito mais… humana. Semente da qual o nosso grande mestre Stan Lee implantou em seus roteiros a muitos anos atrás, mas que parece ter sido esquecido pela atual liderança da Marvel Comics. O que acaba, logo de cara, agradando os burros velhos como eu.

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O Enredo; Bem, como é desde o inicio, continua girando em torno dos casos que basicamente caem de paraquedas na vida dessa advogada verde. Não que isso seja ruim, até torno à HQ um pouco mais cômica, já que a Jen nunca sabe o que pode aparecer em sua porta em cada nova edição. Para se ter um ideia na #3 (da qual eu estou avaliando e a capa está logo a cima) o filho de Victor Von Doom vulgo Doutor Destino surge no escritório dela para contrata-lá, já que ele não quer ser o receptáculo de Destino e assim entrar com um pedido de asilo politico nos EUA o que é SIMPLESMENTE BRILHANTE do ponto de vista roteirístico.

Ao que deu para entender o arco continuara desse modo, com os casos surgindo do nada, o que talvez possa mudar já que a protagonista parece está com receito de aceitar um outro caso do qual ela nem mesmo fala sobre ele; apenas observa à ficha.

 A Arte; talvez seja o que mais precisa ser trabalho, ela não é feia… mas… sabe… é esquisita em alguns pontos. As capas da revista saltam aos olhos de qualquer um, mas quando você abre à revista e começa a leitura o estranhamento começa. Traços muito caricatos para uma personagem “não humana” acabam por não combinar muito, apesar de que essa nova pegada do Marvel Now! está dando muito certo.

As Cores estão bem equilibradas, alguns exageros aqui e ali – o que é bem normal – mas no geral está “OK”.

She-Hulk (2014-) 002-003 She-Hulk (2014-) 002-005 She-Hulk (2014-) 002-013

Obviamente continuarei acompanhando a revista e trazendo mais reviews’s dela. Além disso – como sempre – recomendo fortemente a leitura dessa joia bruta que surgiu nessa segunda leva da Marvel Now! que está sendo ótima para a Marvel Comics em si, uma renovação e tanto.

  • Roteirista: Charles Soule.
  • Quadrinista: Javier Pulido.
  • Colorista: Muntsa Vicente.
  • Editora: Marvel Comics.
  • Ano: 2014.

8/10

 

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Um comentário em “Mulher Hulk (2014) #02 e #03 – Comic Review / Crítica

  1. Concordo com você Senhor Sombrio. Os roteiros são leves e divertidos, mas o desenho destoa um pouco, principalmente quando comparamos a Mulher-Hulk do John Byrne. Continue com o bom trabalho com esses reviews.

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