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O tempo vai passando e elas vão ficando cada vez mais magras…

Com o passar do tempo eu venho notando cada vez mais que um grande número de personagens femininas (Bikini Girls with Machine Guns), que deveriam ser mulheres “fortes”, veem sendo interpretadas por atrizes um tanto quanto… magrelas. Porém, o real problema não fica apenas pelo fato delas serem ‘pouca mulher’ para o serviço, mas sim a imagem de mulher poderosa que elas passam para as outras garotas que as assistem; fazendo assim elas as terem como ponto de referência para suas vidas.

Onde quero chegar com tudo isso? Elas fazem as garotas pensarem que o físico delas não as põem em situação de risco perante homens muito mais preparados fisicamente para combates de larga escala.

Um bom primeiro exemplo de tudo isso é a tão famosa atriz Keira Knightley, muito conhecida pelos seus papeis de mulheres guerreiras/marcantes. Em filmes como Rei Arthur ela interpretou uma personagem que se evolve em batalhas com oponentes muito maiores e poderosos que ela e ainda sai vitoriosa. Mas ai que está o problema, cara pálida, quem apanharia deste conjunto de ossos?

Então, a esse ponto você já deve estar pensando “Ah, você está sendo machista. É claro que uma mulher com o treinamento certo poderia nocautear qualquer um” e de fato isso poderia acontecer, mas nós não estamos falando aqui de mestres do combate desarmado como o grande Bruce Lee (que era magrelo e mortal), elas são apenas atrizes que na maioria dos casos usam dubles para cenas de ação. Dubles as quais são MUITO mais bem preparadas e – olhe só – pesadas que elas próprias.

Com isso eu posso citar aqui a grande Zoe Bell que é uma das atuais dubles mais bem pagas e requisitas de Hollywood, atualmente servindo como saco de pancada para a personagem Viúva Negra interpretada nos cinemas por Scarlett Johansson. O que? Notou a grande diferença de físico das atrizes? Bem-vindo ao mundo real, onde as maqui… não pera, esse exemplo não se encaixa muito bem ao conceito.

Ou seja, as verdadeiras guerreiras ficam por trás das cortinas enquanto as magrelas possam de matadoras e o público nem se quer tem ideia de onde vem o poder da personagem da qual eles estão boquiabertos pela performance em combate. O que acaba por dar mais chance para outras atrizes magrelas assumirem papeis semelhantes em outros filmes, deste modo continuando essa industrialização das anoréxicas.

O engraçado mesmo é que todo esse post se deu por conta da divulgação dessa primeira imagem completa de Gal Gadot como Mulher-Maravilha. Que é quase cômico de tão ruim, quando você percebe que se a personagem obter sucesso no cinema não era por mérito da atriz, mas sim pelo trabalho duro que a duble terá em passar a imagem de que ESSA MAGRELA poderia derrotar um exercito inteiro de caras…

O que me parece ainda algo totalmente fora de questão.

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Um comentário em “A industrialização das anoréxicas:

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